BNDES destina R$ 50 mi para a reconstrução do Museu Nacional

BNDES destina R$ 50 mi para a reconstrução do Museu Nacional

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou, nesta quarta-feira (2), um novo aporte de R$ 50 milhões para a reconstrução do Museu Nacional. Com esse valor, os investimentos totais do banco na recuperação da instituição atingem R$ 100 milhões.

Apoio contínuo à reconstrução do Museu Nacional

Desde o incêndio de 2018, que destruiu grande parte do acervo e das instalações do Museu Nacional, o BNDES tem desempenhado um papel fundamental na sua recuperação. O banco já havia contratado duas operações anteriores, em 2018 e 2022, nos valores de R$ 21,7 milhões e R$ 28,3 milhões, respectivamente.

Os novos recursos serão destinados ao restauro do Paço de São Cristóvão, à reforma e readequação da Biblioteca Central, além de ações de divulgação e ativação. O projeto também inclui a estruturação de um fundo patrimonial para garantir a sustentabilidade financeira do museu a longo prazo.

Governo reafirma compromisso com a cultura

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressaltou que o governo federal está comprometido com a reconstrução do Museu Nacional. “O governo do presidente Lula está empenhado no resgate da cultura, e o BNDES tem um papel essencial nesse processo. Somos a instituição que mais apoiou o patrimônio histórico do Brasil, com mais de 400 projetos em nossa carteira”, destacou Mercadante.

Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional, reforçou a importância desse apoio contínuo: “O BNDES esteve presente antes mesmo do incêndio e continua sendo um parceiro essencial. Seu compromisso serve de exemplo para outras empresas e instituições que desejam contribuir para a recuperação do patrimônio histórico brasileiro”.

Um dos maiores acervos da América Latina

Fundado em 1818, o Museu Nacional abriga um dos mais importantes acervos científicos e culturais da América Latina. Entre seus destaques estão a coleção egípcia fomentada por D. Pedro II, artefatos greco-romanos, fósseis de dinossauros e o fóssil de “Luzia”, o mais antigo vestígio humano encontrado na América do Sul.

Com a nova liberação de recursos, o Museu Nacional avança em sua jornada de reconstrução, reafirmando sua relevância para a história e a ciência do Brasil.

marramaqueadmin