Viva e Deixe Viver divulga livros infantis mais lidos em 2025

A Associação Viva e Deixe Viver divulgou a lista dos 100 livros mais lidos por seus voluntários contadores de histórias em 2025. Entre os títulos mais populares estão Olhinhos Curiosos, A Galinha Pintadinha e O Menino Que Tinha Medo de Errar. A iniciativa foi apresentada em referência ao Dia Nacional do Livro, celebrado em 29 de outubro.

A associação promove a leitura entre crianças e adolescentes em hospitais e escolas públicas. Nos hospitais, os voluntários contam histórias para proporcionar momentos de acolhimento durante a internação. Já nas escolas, a atividade complementa o trabalho pedagógico e aproxima os estudantes do universo literário.

Conheça os livros infantis mais lidos

Entre os cinco primeiros colocados da lista estão a coleção Olhinhos Curiosos e A Galinha Pintadinha, de Paloma Blanca Alves Barbieri, publicados pela Ciranda Cultural. Também aparecem O Menino Que Tinha Medo de Errar, de Andrea Viviana Taubman, da Zit Editora; O Sapato que Miava, de Silvia Orthof, da FTD; e A Pequena Tartaruga Verde, de A. J. Wood, da Brinque-Book.

A seleção inclui ainda outros títulos conhecidos da literatura infantil, como Até as Princesas Soltam Pum, de Ilan Brenman; A Vaca que Botou um Ovo, de Andy Cutbill; Gabriel, já para o Banho, também de Ilan Brenman; e O Sapo Bocarrão, de Keith Faulkner.

A relação reúne obras utilizadas pelos voluntários em suas atividades de contação de histórias. A lista completa está disponível no site da Associação Viva e Deixe Viver.

Contação de histórias aproxima crianças da leitura

Para Valdir Cimino, fundador da associação, a contação de histórias ajuda a aproximar as crianças dos livros de maneira lúdica e afetiva. Segundo ele, a atividade contribui para despertar o interesse pela literatura e incorporar a leitura ao cotidiano.

Cimino também destaca o papel dos livros em situações delicadas, como a internação hospitalar. As histórias permitem que crianças e adolescentes conheçam outros universos por meio da imaginação, além de favorecerem momentos de conexão e acolhimento.

A iniciativa também se relaciona à formação de novos leitores desde a infância. O contato com diferentes narrativas pode ampliar a curiosidade e oferecer novas perspectivas sobre o mundo.

Associação atua em hospitais e escolas públicas

Fundada em 1997 por Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver é uma organização da sociedade civil dedicada à promoção da leitura por meio da contação de histórias. A entidade desenvolve atividades relacionadas à educação, à cultura e ao bem-estar coletivo, com foco em valores como empatia, ética e afeto.

A organização conta com 721 voluntários que atuam regularmente em 93 hospitais pelo Brasil. Além do trabalho nas unidades de saúde e nas escolas públicas, mantém o canal Viva e Eduque, voltado à difusão cultural e educacional e à gestão do bem-estar.

Entre os apoiadores da associação estão a Pfizer, o Instituto Helena Florisbal e o Instituto PENSI. A entidade também recebe apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura.