Miss Bumbum afirma que assinante “casou” com seus pés em contrato de três meses

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Kerolay Chaves diz que acordo previa fotos diárias dos pés e envio das unhas cortadas ao fim do período

A Miss Bumbum Brasil e influenciadora Kerolay Chaves, de 25 anos, afirma que firmou um contrato de três meses com um assinante japonês para uma “união podólatra”. Segundo ela, o acordo envolvia o fetiche por pés e foi realizado em uma plataforma de conteúdo adulto.

O contrato previa o envio diário de fotografias dos pés de Kerolay em diferentes situações da rotina. A proposta chegou por mensagem na própria plataforma, onde a influenciadora já recebia pedidos relacionados a fotos dos pés.

“Em uma plataforma adulta, você acaba recebendo muitos pedidos inusitados, mas alguém querer casar com os meus pés foi um dos mais diferentes que já recebi”, relata.

Contrato previa fotos diárias dos pés

De acordo com Kerolay, o assinante apresentou um contrato com duração definida e uma lista de pedidos que deveriam ser cumpridos durante os três meses.

A influenciadora afirma que aceitou o acordo e passou a registrar os pés em momentos específicos do dia. Entre as situações estavam a saída da academia, o período após o banho e os momentos em que tirava os sapatos.

“Eu precisava mandar uma foto por dia, depois do treino, após o banho ou quando tirava os sapatos”, conta.

O assinante também teria exigido que as imagens fossem feitas no mesmo dia. Assim, Kerolay não poderia produzir várias fotografias antecipadamente para enviá-las posteriormente.

Segundo ela, até detalhes deixados pela rotina de exercícios faziam parte dos pedidos. “Até a marca da meia no tornozelo depois da academia entrava nos pedidos”, afirma.

Unhas cortadas também faziam parte do acordo

Entre as exigências, Kerolay destaca um pedido que considerou ainda mais incomum. Durante os três meses do contrato, ela deveria guardar as unhas cortadas dos pés.

A orientação era reunir os pedaços em um recipiente para entregá-los ao assinante ao término do período. Segundo a influenciadora, o material seria tratado como uma lembrança da “união” criada em torno do fetiche.

“Ele pediu que, toda vez que eu cortasse as unhas dos pés, juntasse os pedaços em um pote. Queria que eu enviasse tudo no fim dos três meses, como uma lembrança do nosso casamento”, conclui.