O fotógrafo capixaba Paulo Bonino participa da exposição “Brasilina __ poéticas de uma nação mátria”, em cartaz na Galeria do Centro Cultural SESI, em Vitória. A mostra reúne 32 artistas e designers brasileiros e propõe diferentes interpretações sobre identidade, natureza e sociedade.
Realizada pela Decoranea e pelo 1COMUM Coletivo, a exposição permanece aberta ao público até 31 de outubro de 2026. A entrada é gratuita.
Reconhecido por sua produção fotográfica voltada à natureza, Bonino apresenta na mostra um trabalho construído a partir da observação da fauna e da biodiversidade. O fotógrafo tem entre seus temas recorrentes o registro de beija-flores.
Sua participação estabelece uma relação direta com um dos principais eixos conceituais de Brasilina. A fotografia aproxima o público de elementos naturais e amplia a discussão sobre as relações entre território, cultura e biodiversidade.
Paulo Bonino leva fotografia da natureza à mostra
A presença de Paulo Bonino contribui para diversificar as linguagens reunidas em Brasilina. A exposição coloca lado a lado diferentes trajetórias artísticas, materiais e formas de representar o país.
Nesse contexto, a fotografia de natureza acrescenta uma perspectiva baseada na observação. O trabalho do artista capixaba convida o público a perceber elementos da fauna e da flora presentes no cotidiano.
Segundo a curadora Isabela Castello, a diversidade de repertórios é essencial para a proposta da exposição. Ela destaca que cada participante apresenta uma experiência particular relacionada ao Brasil.
Para a curadora, a obra de Bonino acrescenta um olhar direcionado à natureza, à biodiversidade e à contemplação. A participação também reforça a ideia de que conhecer a fauna e a flora envolve observar e reconhecer o ambiente.
Exposição Brasilina reúne diferentes visões sobre o Brasil
A exposição “Brasilina __ poéticas de uma nação mátria” reúne trabalhos de 32 artistas e designers. As obras são organizadas a partir dos eixos Identidade, Natureza e Sociedade.
A proposta busca evitar uma representação única do país. Para isso, reúne produções relacionadas a memória, território, ancestralidade, cultura e natureza.
O conceito da mostra parte da brasilina, pigmento vermelho associado ao pau-brasil. A referência funciona como metáfora para uma identidade nacional marcada pela diversidade e por transformações constantes.
Conceito de “nação mátria” amplia reflexão
Além da referência ao pigmento, a exposição trabalha com a ideia de “nação mátria”. O conceito propõe uma leitura relacionada à terra, às ancestralidades e à natureza.
A perspectiva também considera a participação das mulheres na formação social e cultural brasileira. Dessa maneira, a mostra articula diferentes dimensões da identidade nacional por meio das obras selecionadas.
Idealizada por Isabela Castello e Fernando Caseira Nicolau, Brasilina tem curadoria de Isabela Castello e Isabel Portella.
Mostra fica em cartaz até outubro em Vitória
A participação de Paulo Bonino integra uma exposição que também busca ampliar o acesso à produção artística brasileira. A realização é da Decoranea e do 1COMUM Coletivo.
Além da temporada em Vitória, a iniciativa foi concebida com possibilidade de circulação por outras cidades brasileiras. A proposta pode ampliar o alcance das discussões e dos artistas reunidos no projeto.
A visitação ocorre de terça-feira a sábado, das 10h às 20h, na Galeria do Centro Cultural SESI, em Jardim da Penha. O acesso é gratuito e a classificação é livre.
Serviço
Exposição: Brasilina __ poéticas de uma nação mátria
Realização: Decoranea e 1COMUM Coletivo
Idealização: Isabela Castello e Fernando Caseira Nicolau
Curadoria: Isabela Castello e Isabel Portella
Local: Galeria do Centro Cultural SESI – Jardim da Penha, Vitória (ES)
Período: até 31 de outubro de 2026
Visitação: terça a sábado, das 10h às 20h
Entrada: gratuita
Classificação: livre
