A A árvore que acordou chorando é o novo livro de Gilce Velasco e marca a estreia da autora na literatura infantojuvenil com uma história dedicada à preservação da Amazônia.
Publicado pela Editora Faz História, o livro chega às livrarias com ilustrações de Felipe Ferradans e prefácio de João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
O lançamento acontece em 17 de setembro, a partir das 18h, na Livraria da Travessa do Shopping Iguatemi, em São Paulo.
A obra utiliza elementos de fantasia e afeto para aproximar crianças, famílias e educadores de questões relacionadas à floresta amazônica e à preservação ambiental.
Livro de Gilce Velasco aborda educação ambiental
O lançamento de A árvore que acordou chorando também ocorre em um contexto de preocupação com a presença da educação ambiental nas escolas brasileiras.
Dados do Censo Escolar 2024, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), indicam que 34,2% das escolas brasileiras não realizaram atividades de educação ambiental ou conscientização sobre mudanças climáticas.
A situação chama atenção porque a Política Nacional de Educação Ambiental, estabelecida pela Lei nº 9.795/1999, prevê a abordagem da educação ambiental em diferentes níveis e modalidades de ensino.
Para Gilce Velasco, apresentar questões ambientais às crianças por meio da literatura pode contribuir para aproximar os jovens leitores dos desafios enfrentados pelos ecossistemas.
A autora defende que histórias sobre a natureza podem estimular o interesse pela preservação desde os primeiros anos de formação.
A árvore que acordou chorando apresenta uma fábula amazônica
Na narrativa, a personagem central é uma Sumaúma, árvore de grande importância simbólica e cultural na Amazônia.
A personagem desperta chorando ao perceber a chegada de madeireiros. Tratores e motosserras ameaçam a floresta e provocam uma reação dos moradores de uma aldeia próxima.
A movimentação também mobiliza os chamados Guardiões da Floresta, grupo formado por indígenas da região. Em conjunto com agentes do Ibama, eles participam de uma ação contra o desmatamento ilegal.
A história transforma o conflito ambiental em uma narrativa voltada ao público infantojuvenil. Assim, a obra aborda temas como preservação, biodiversidade, proteção da floresta e responsabilidade coletiva.
Glossário amplia o uso pedagógico do livro
Além da história principal, o livro conta com um glossário pedagógico. O material reúne informações que podem auxiliar pais, professores e outros educadores.
A proposta é estimular a leitura compartilhada e criar oportunidades para atividades relacionadas à fauna e à flora amazônicas.
Dessa maneira, A árvore que acordou chorando pode ser utilizado tanto como leitura literária quanto como ponto de partida para conversas sobre educação ambiental.
Prefácio destaca importância da conservação
O prefácio da publicação foi escrito por João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
O texto destaca a importância de utilizar narrativas destinadas ao público infantil para estimular sentimentos de empatia e responsabilidade em relação ao meio ambiente.
A apresentação da obra é assinada pelo ambientalista Luiz Villares, que acumula duas décadas de atuação relacionada à Amazônia.
A participação de especialistas ligados à conservação ambiental reforça a proposta da publicação de aproximar literatura e educação ecológica.
Gilce Velasco estreia na literatura infantojuvenil
Escritora, psicóloga e publicitária, Gilce Velasco já havia abordado a Amazônia em sua produção literária destinada ao público adulto.
A autora publicou anteriormente o romance A Amazônia e o pequeno grão de mostarda. Agora, com A árvore que acordou chorando, amplia sua atuação para a literatura destinada a crianças e adolescentes.
O livro também marca a estreia de Felipe Ferradans na ilustração infantil. Fotógrafo e profissional do mercado editorial há 12 anos, ele desenvolveu as imagens que acompanham a narrativa.
As ilustrações têm papel importante na construção do universo da história. Elas ajudam a apresentar aos leitores elementos da floresta e reforçam o caráter lúdico da publicação.
Serviço
A árvore que acordou chorando – Gilce Velasco
Lançamento: 17 de setembro de 2026
Horário: a partir das 18h
Local: Livraria da Travessa — Shopping Iguatemi
Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232, Jardim Paulistano, São Paulo (SP)
Editora: Faz História
Ilustrações: Felipe Ferradans
Instagram: @editorafazhistoria
A publicação chega ao mercado com a proposta de utilizar a literatura infantojuvenil como ferramenta para estimular o conhecimento sobre a Amazônia e a importância da conservação ambiental.
