O Festival da Cunhã encerrou sua segunda edição com mais de 10 horas de festa na Arena da Amazônia, em Manaus. O evento celebrou a cultura amazônica com música, arte, gastronomia e manifestações tradicionais.
A programação final reuniu mais de 45 mil pessoas e consolidou o festival como um dos principais eventos culturais da região Norte. Além disso, o encontro arrecadou mais de 40 toneladas de alimentos e movimentou cerca de R$ 50 milhões na economia local.
O encerramento também reforçou o compromisso ambiental do evento. Ao todo, foram plantadas mil mudas de árvores para compensar a emissão de carbono gerada pela produção do festival.

A principal atração da última noite foi a cantora Joelma. Pela primeira vez na Arena da Amazônia, a artista paraense apresentou um show vibrante e cheio de sucessos.
Durante a apresentação, Joelma levou o público a cantar e dançar em uma performance marcada pela forte conexão com os fãs. Além disso, a cantora valorizou ritmos nacionais e elementos culturais da Amazônia.
A energia do público acompanhou toda a programação. O clima de celebração tomou conta da Arena da Amazônia durante as mais de 10 horas de evento.
O Festival da Cunhã também abriu espaço para artistas da região Norte. O palco recebeu apresentações de David Assayag, Jr. Paulain, Israel Paulain, Patrick Araújo, George Japa, Aya da Amazônia, Matheus Santaella, Ariana Paes, Marcia Novo e Djuena Tikuna.
As bandas Banda Chora Cachorro, Banda Ayahuasca e Os Tucumanus também participaram da programação.
Os shows destacaram ritmos regionais, performances culturais e elementos da identidade amazônica. Dessa forma, o festival reforçou a valorização da cultura local.
Em um dos momentos mais emocionantes da noite, Isabelle Nogueira convidou artistas de diferentes regiões do Brasil ao palco.
Logo depois, os bois-bumbás Boi Bumbá Garantido e Boi Bumbá Caprichoso realizaram apresentações marcantes e levantaram o público na Arena da Amazônia.
O Festival da Cunhã foi idealizado por Isabelle Nogueira em parceria com a Mynd. O evento une tradição, contemporaneidade e pertencimento cultural.
Durante os três dias de programação, convidados participaram de experiências gastronômicas, apresentações artísticas, imersões na floresta e encontros com comunidades tradicionais da Amazônia.
A segunda edição do Festival da Cunhã reforçou a proposta de valorizar as múltiplas narrativas amazônicas. O evento também fortaleceu conexões entre música, ancestralidade, natureza e identidade regional.
Com grande participação popular e impacto econômico positivo, o festival se consolida como um importante movimento cultural da Amazônia.

