Influenciadora brasileira aplica “jeitinho” contra roubos de celular em Londres
A sensação de insegurança não é exclusividade das metrópoles brasileiras. Em Londres, a influenciadora Suellen Carey, de 38 anos, viralizou ao mostrar como adaptou estratégias típicas do Brasil para enfrentar a onda de criminalidade na capital britânica, onde o número de roubos de aparelhos móveis já supera a marca de 300 casos diários.
Utilizando o que chama de “jeitinho brasileiro”, Suellen passou a adotar o uso de um celular falso (dummy) ao circular pelas ruas, reservando o aparelho real para locais seguros.
Estratégia baseada na experiência
A decisão de Suellen não foi por acaso. A influenciadora revelou que já foi alvo de criminosos em Londres, mas conseguiu evitar o prejuízo maior justamente por estar carregando um aparelho cenográfico.
“Eu sou brasileira e é claro que estou dando o meu jeitinho brasileiro aqui em Londres para me proteger. Já fui roubada, levaram um celular fake que eu usava. Então agora continuo usando isso”, afirma Suellen em seu vídeo.
A influenciadora destaca que a mudança de comportamento é uma tentativa de se antecipar aos riscos, agindo com a malícia adquirida em anos de convivência com a violência urbana no Brasil. Para ela, a vivência em seu país de origem serve como um “treinamento” para sobreviver em qualquer grande capital do mundo.
O cenário em Londres (2026)
O relato de Suellen joga luz sobre um problema crescente na Europa. Londres tem enfrentado desafios significativos com o aumento de furtos e roubos rápidos, muitas vezes praticados por indivíduos em bicicletas ou patinetes que arrancam os celulares das mãos dos pedestres.
Ações de prevenção sugeridas pela influenciadora:
- Atenção redobrada: Evitar o uso do aparelho em calçadas movimentadas.
- Uso de “iscas”: Portar aparelhos sem valor para entregar em caso de abordagem.
- Antecipação: Mapear locais de risco e evitar exposição desnecessária.
Suellen finaliza sua reflexão pontuando que, embora tenha saído do Brasil em busca de segurança, a realidade global exige que o cidadão esteja sempre um passo à frente. “Saí do Brasil para viver aqui, não para passar por isso. Então estou tentando ser mais rápida e mais esperta do que quem tenta roubar”, conclui.
