CNN Esportes S/A mergulha na NBA e destaca o modelo de negócios do Miami Heat

CNN Esportes S/A mergulha na NBA e destaca o modelo de negócios do Miami Heat

O programa CNN Esportes S/A foi até a Flórida, nos Estados Unidos, para uma temporada especial sobre o Miami Heat, um dos clubes mais celebrados da NBA. O apresentador João Vítor Xavier conversou com Andy Monteiro, vice-presidente de desenvolvimento e negócios de varejo, e Jennifer Alvarez, vice-presidente de marca e diretora de criação do Miami Heat.

Na pauta, uma conversa sobre o modelo de negócios e criação do clube. Monteiro falou sobre a distribuição feita pelo Heat, um business no qual se dispensa o sistema de franquias: “Fazemos todo o processo [de produção e distribuição] daqui, porque queríamos o negócio feito por nós. Não temos franquias, todo o controle é 100% da equipe. Fazemos isso por uma razão bem importante, queremos estar perto de nosso torcedor. As pessoas vão às nossas lojas, conversam com nossos funcionários, elas se sentem parte da equipe. É importante ter o torcedor perto da equipe. Tudo é feito pensando em como podemos fazer a experiência do torcedor melhor. Ninguém pode fazer isso melhor do que nós mesmos”.

Em termos de negócios, a NBA tem um sistema chamado “Collective Bargaining”, no qual todo o produto original da liga que é vendido tem uma porcentagem marcada do valor para que seja distribuído entre a liga e entre os jogadores. Os lucros extras (como alimentação na arena, ingressos, entre outros) ficam com o clube. Há uma distribuição do lucro geral de venda de produtos entre os times. Todas as equipes participando juntas pode ser maior do que uma disputando com outra de forma individual. Não importa de que time seja o produto, o dinheiro completo das vendas é somado e dividido entre as equipes.

Monteiro vê os brasileiros como fanáticos pela NBA. Do lado da criação do Miami Heat, Jenniffer Alvarez celebra a sorte por ter junto a marca da NBA, forte globalmente e com muitos fãs apaixonados na América Latina, especificamente no Brasil. “Nós conseguimos criar e fomentar uma grande base de fãs. Nós fizemos isso achando nossos fãs nas redes sociais e sendo capazes de contar boas histórias para fazer as pessoas sentirem uma conexão cada vez mais profunda com o Miami Heat. Isso por meio da nossa marca, das nossas redes, nossas camisas, que é chamativa, tem tons brilhantes, colorida, o que é sinônimo da América Latina. Nós conseguimos um crescimento incrível de fãs da marca em lugares como Brasil.”, ela afirma.

Serviço

CNN Esportes S/A
Domingo, 05, às 21h15

marramaqueadmin

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